Sugestão de leitura – Reflorestamento de Propriedades Rurais para fins Produtivos e Ambientais

Tenho acompanhado bastante as dúvidas de vocês e tenho visto a turma interagindo, tornando nosso Blog um organismo vivo, como deve ser! Parabéns a todos por essa sinergia e que todos nós obtenhamos sucesso.

Mas para ter sucesso, precisamos aprimorar a técnica e nos informar. Eu, como já sabem, sou formado em Ciência da Computação, tenho irmãos na área agrícola/ambiental que tocam a fazenda, mas estou sempre tentamos me manter informado sobre Reflorestamento. Ficar vendo meus dois irmãos conversando termos técnicos na minha frente e ficar “sobrando que nem jiló na janta”, não é comigo…




É por isso que gostaria de indicar um livro a todos. Apesar dos autores desse livro falarem sobre várias espécies e não focarem no Mogno Brasileiro, creio que tem muita informação importante. Nos últimos capítulos, por exemplo, eles falam sobre Poupança Verde e citam exemplos interessantes com Pinus e Eucalipto, mostrando a diferença de apenas plantar e vender a tora bruta ou beneficiá-la, já cortando as lâminas/pranchas. Comparam isso em termos de ganho para essas espécies e mostram comparativos com rendimento de poupança, por exemplo. Achei muito interessante. Estou terminando de ler:

Reflorestamento de Propriedades Rurais para fins Produtivos e Ambientais Reflorestamento de Propriedades Rurais para fins Produtivos e Ambientais – EMBRAPA.

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Não citei os autores aí acima porque são vários. Parabéns a todos eles! Espero que gostem da dica.

Abraço a todos e continuem conosco!

26 thoughts on “Sugestão de leitura – Reflorestamento de Propriedades Rurais para fins Produtivos e Ambientais

  1. Comprei e indiquei a um amigo que através desse site, entrou no meu facebook e iniciamos uma amizade. Ele também comprou. Agora é ler e aprender. Eu vi essa matéria no globo rural, gostei bastante, principalmente na parte que fala dos valores da madeira de lei nas serrarias brasileiras.

    E aí Guilherme… poste fotos novas da sua plantação. Nesse fim de semana tive uma surpresa desagradável. 15 pés de mogno totalmente pelados por formigas cortadeiras. Foda.

    Estou aguardando a época das chuvas, que aqui na minha região deve demorar aproximadamente mais um mês, e vou fazer um plantio de cerca de 150 mudas, aproveitando algum espaço que havia ficado desperdiçado. Estou empolgado novamente (como sempre).

  2. Carlos Severino e LeandroC14, tudo bem?

    Meu irmão viu essa resportagem sobre o Guanandi. Obrigado pelo link online. Irei assistir!

    Como já sabem, as primeiras 3 filas do nosso plantio é de Guanandi. Eles são extremamente adaptados a nossa região. É uma beleza nesse sentido. Inclusive temos uma nascente lá em casa onde tem vários Guanandis grandes, muito bonitos! Dá para se ter ideia de como poderão estar quando pudermos cortar em nosso plantio.

    Um contraponto do Guanandi é a demora no crescimento. Eles estão bem aquem do Cedro Australiano e Mogno Brasileiro que plantamos. Em compensação, não perdemos NENHUM Guanandi com formigas ou qualquer outro problema. Impressionante.

    Irei postar sim novas fotos, perdoem pela lentidão! Essa vida de casado não é brincadeira!

    Abraço a todos e continuem conosco!

  3. Guilherme,

    Irei saber melhor da vida de casado a partir do dia 11/11/11. Mas já é bem corrida cara. Trabalhar de dia e estudar a noite não é fácil. Nos fins de semana tenho uma banda e cuido da plantação.

    O Mogno Senegalensis também tem essa vantagem. De cerca de 2100 plantados, perdi nem 10. Contando desde o plantio, e incluindo os que não morreram mas não foram adiante. Teve até uma que morreu, ficou soterrada, e depois ressuscitou. Tem um ótimo poder de recuperação.

  4. Bom pessoal lendo os comentários de vcs, gostaria de postar algumas das minhas experiências com o GUANANDI e o MOGNO AFRICANO (khaya senegalensis) que plantei em minha propriedade na cidade de Barretos-SP.

    Como somos acostumados a plantar seringueira, pensamos que o manejo inicial, pós plantio, fosse igual.

    Em relação ao guanandi, foram 32000 mudas plantadas em dezembro de 2010. Destas, 20000 eram de menor porte compradas em um viveiro no vale do ribeira. Simplesmente no fim de 20 dias praticamente TODAS morreram. Das outras 12000 de porte um pouco maior compradas em Garça-SP 4000 morreram e foram substituídas. Foi aí que percebi que se não molhasse SEMANALMENTE as mudas iria perdê-las tbm. Digo isso pois até outubro de 2011 continuei a aguar as mudas SEM PARAR um dia sequer!! Graças a Deus conseguimos até a chegada das chuvas aqui em Barretos e pudemos descansar. Não sei se quando essa época acabar, teremos que voltar com o tanque de água circulando entre os guanandis (Deus queira que não). Os guanandis estão com cerca de 1 – 1,5m de altura e DAP de uns 5-6cm.

    Em relação ao MOGNO AFRICANO (khaya senegalensis) plantei 8000 no mesmo período. Só aguamos as mudas no plantio para eliminar o ar entre o terrão das mudas e a terra e mais nenhuma gota de água!!! perdi cerca de 200 dessas mudas (que na verdade foram por formiga e mesmo assim rebrotaram) e hoje com cerca de 11 meses de idade estão com altura entre 2 e 3 metros com DAP de cerca de 12 cm!

    Por isso recomendo a todos que se forem plantar guanandi não esqueçam que apesar de serem nativas de brejos e adaptarem bem em solos drenados se não houverem chuvas frequentes no período de inverno (seca) ou se não houver umidade no solo no primeiro ano, ou por irrigação ou por tanque ou por sistema de irrigação, com certeza, muitos guanandis irão MORRER!!

    abraço a todos

  5. Valeu Maurício, seu comentário veio confirmar o que eu disse do poder de recuperação do Mogno Senegalensis.
    E pensar que por pouco eu teria plantado guanandi. Na minha região, que tem um período longo de seca, provavelmente teria tomado prejuízo.

    2 dias antes do meu casamento, estive na fazenda ajudando no plantio das 150 mudas de mogno africano, como disse acima. Elas estão se desenvolvendo muito bem. Espero não ter perda. Ficam muito bonitas as filas sem falhas.

    Guilherme, estamos todos ansiosos por fotos novas de sua plantação, e como ficou as cicatrizes do corte que teve que fazer.

    Como entro em contato com você? Li sobre uma pessoa que deu uma contribuição para seu site, e pretendo colaborar.

  6. Caro Mauricio foi muito boa a sua esplanação quanto aos problemas encontrados com algumas espécies.
    Contudo, moro na Cidade de Sâo Paulo, serra da Cantareira, 1300mts. de altitude, tenho um terreno com 3mil/m2 que gostaria de poder cultivar as belas árvores. Porém, contudo, Pergunto. É possível a adaptação da mesma nesta região?
    Antecipadamente agradeço o seu retorno ok?
    Abraço,
    Hernane Carvalho

  7. Olá pessoal!!
    Apesar de ter pouca prática no plantio de árvores, gostaria de compartilhar com todos minha experiência.
    Em 2009 plantei 12000 eucaliptos urofila, se desenvolveram muito bem, a perda foi mínima com o replantio, mas no fundo nunca me prendeu a atenção, até porque não é necessário tanta cautela. Sempre tive interesse em plantio de madeira de lei, essa sim, me atrai por vários motivos. Plantei mês passado (nov 2011) 5100 mudas, sendo:
    1200 mogno brasileiro
    600 mogno africano ivorense
    600 mogno africano Senegalense
    600 mogno africano Antotheca
    1500 cedro autraliano
    600 cedro indiano, em quato hectares, mesclando sempre o mogno brasileiro nas demais espécies, com intúito de driblar a mariposa da broca do ponteiro que ataca o mogno brasileiro. Não tive nenhum acompanhamento técnico, somente pesquisas na internet. O relevo do terreno é muito acidentado, impossibilitando ser tratorado, então fiz as covas com motocultivador (perfurador de solo) com diâmetro de 30 cm e profundidade de 45 cm. Claro, antes de tudo, fiz capina química com randap e cuidei das formigas o ano inteiro. Coloquei na cova 300g de calcário dolomitico e misturei 9 litros de esterco bem curtido na terra das covas, voltando a terra para dentro da cova, deixando um pouco vazia.
    Aproveitei o período chuvoso no feriado de 02/11 e plantei todas as mudas com bastante cuidado. Fiz uma solução de cupinicida (tuit) e fosfóro solúvel (map) e mergulhei as mudas por 1 minuto antes de planta-las, pois em minha região existem várias ocorrências de cupins, e o fosfóro solúvel ajuda no arranque do crescimento inicial. Graças a nosso bom Deus as chuvas colaboram bem nos dias de plantio e nos seguintes. Uma semana após o plantio fiz a adubação de plantio com 175 gramas de N.P.K 06.30.06 com 0,2% de boro, cobre e zinco (acho que essa composição é chamada de micro, não tenho certeza não), divididos em dois furos laterais, afastados uns 8 cm da muda. Cuidei para os furos serem profundos e retos para não atingirem as raízes da planta, pois corre o risco e mata-las. Esse final de semana fui a fazenda e percorri o plantio, estou muito animado, pois a perda foi mínima (menos de 100 mudas em todo plantio) ainda assim algumas que considerei como mortas, meu caseiro me mostrou que estão brotando novamente, as demais estão bem pegadinhas, algumas soltando os ponteiros, principalmente o cedro australiano e o mogno brasileiro, ou seja ALGUMA COISA ESTÁ DANDO CERTO!!!
    Como disse no início, não estou tendo acompanhamento técnico algum, somente a experiênca com o eucalipto que plantei em 2009 e pesquisas na internet mesmo. Isso se dá por dois motivos:
    1º – Minha região é carente desse tipo de profissional, e quase toda pesquisa é voltada para o eucalipto, pois minha propriedade fica próximo ao vale do aço
    2º – Moro em BH e não disponho de muito tempo, nem grana para me dedicar e acompanhar todo processo, e sei que isso é fundamental para o sucesso de qualquer empreendimento, mas mesmo assim, fiz como pude fazer e tá feito.
    Estou me preparando para fazer a primeira adubação de cobertura, que será com 100g de N.P.K 20.00.20, sendo 50g de cada lado da muda, afastado uns 50cm. A segunda será no final de janeiro com 50g de 20.00.20 e 50g de KCL (cloreto de potássio), esse com 1% de boro, e a terceira adubação será no final do período chuvoso, meados de março, com mais 100g de 20.00.20 novamente. Sinceramente não sei se vai dar certo (ou se o resultado dessa bagunça toda com abudos é aproveitada pela planta, mas para ter certeza devia ter feita analise do solo antes, não fiz agora já era!!), então vamos errando, acertando e aprendendo.
    Tenho interesse em montar um sistema de irrigação, mas ainda não consegui nenhum orçamento para ver se irei conseguir.
    Outra coisa, as mudas foram compradas, não disponho de viveiro nem mão de obra qualificada na fazenda para cultivo de mudas.
    Acredito que tenho um laboratório a céu aberto em minha fazenda, acompanhando o desenvolvimento de cada espécie e trocando experiências acredito que no próximo plantio os erros serão menores.
    Pois bem, fica aqui meu relato de como fiz e como pretendo fazer, caso alguém tenha alguma informação que possa compartilhar, agradeço.
    Meu e-mail é wander@verific.com.br
    Grande abraço e boa sorte a todos!!!

  8. É por aí mesmo Wander. Também considero que tenho um laboratório a céu aberto. É quase impossível obter informações de profissionais especializados na área.

    A minha experiência é muito parecida com a sua, te mandei um e-mail contando detalhes. Abraço.

  9. Olá Pessoal,
    Sou novato na área, mas gostei muito da troca de experiências de todos vocês.
    Estou muito interessado em iniciar um pequeno plantio de MOGNO AFRICANO, nas Minas Gerais. Por isso estou lendo, analisando e colhendo informações de tudo que for possível, pois nossa experiência é nenhuma neste momento.
    Caso possam contribuir com algo, ficarei muito grato.
    Feliz Ano Novo a todos e Boas Festas!
    Atenciosamente,
    Valdinei Gabriel

  10. Prezados, tudo bem?
    Ainda ontem tomei a decisão de plantar mogno brasileiro em um terrerno acidentado de quase 12 hectares no Sul de minas, próximo a Itajuba. Estou estudando bastante e pretndo comprar o livro que o Leandro indicou. No dia 11/01 irei ao terreno com algumas mudas para plantar como teste, ate lá quero me aprofundar ao máximo e gostaria de dividir minhas duvidas com vocês.
    A minha primeira duvida se rerfere à região. Sei que no norte de minas muitos estao obtendo bons resultados, mas no Sul? Alguém já se aventurou nestas terras? Minha outra duvida eh sobre obtenção de mudas de qualidade, sabem onde posso encontra-las, nas nestas proximidades?
    Minha ideia para este primeiro teste é plantar poucas mudas e retornar no fim do mês com uma quantidade muito maior, quando espero ter mais conhecimento no assunto.
    Para este teste inicial, quais sao os preparos iniciais do terreno para o plantio? O terreno esta totalmente desocupado e há algumas arvores de eucalipto apenas.
    Alguém tem experiência e criação de mudas? Gostaria de iniciar um trabalho em paralelo para nao ter que um custo mais elevado com mudas.
    Soube que há incentivos do ibama e banco mundial para reflorestamento de madeiras de lei, alguém sabe onde posso me informar melhor sobre o assunto?

    Gostaria de visitar algunas propriedades que já tenham algum trabalho avançado, se puderem me informar alguma que eu posses visitar, seria muito útil!

    Sao muitas perguntas! Agradeço o que puderem me ajudar!

    Gostaria de agradeceer também por este canal de comunicação! Realmente muito útil e interessante!

    Abs!

    Alexandre

  11. Muito interessante os comentários do Blog.
    Gostaria de dizer que sou novato no ramo. Possuo um pequena propriedade no leste de Minas que herdei de meu pai, a atividade rural desenvolvida basicamente é pecuária leitera, sem muito retorno financeiro. Dessa forma resolvi inovar e buscar uma alternativa para todos os produtores da região. Depois de muitas idéias percebi que a plantação de Mogno Africano seria uma boa alternativa. Estou plantando 130 mudas como experiência, mas ainda tenho muitas dúvidas. Qual o procedimento para legalização do plantio? Seria necessário a autorização de algum órgão ambiental ou algo pareceido? E para o corte? Teria que pagar alguma taxa para a colheita? Essa burocracia que desconheço, isso existe mesmo? Alguem tem algum contato?
    Desde já agradeço a ajuda.
    Abraços

  12. Cassiano, comprei minhas mudas na Tropical Flora e a recomendação que eu tive foi pra plantar e só depois me preocupar com o registro. Hoje, depois de 13 meses e meio de plantadas, nada fiz com relação ao registro da plantação. Tenho muita preocupação e muitas dúvidas a respeito desses assuntos que você abordou.

  13. Sobre o assunto, entrei em contato com o IBAMA e lá obtive a seguinte informação:
    procurar o IEF local e solicitar a abretura de um processo de registro do plantio das mudas especificando o local, etc. e pegar o nº do protocolo. Na hora do corte é só informar ao IEF que irá fazer o corte e mostrar o nº do protocolo que eles não poderão cobrar nada, nenhuma taxa. Ainda não fiz, mas segue a dica.
    Abraços
    Cassiano

  14. Boa noite, gostaria de saber porque o último post do blog foi em agosto de 2011, ocorreu alguma coisa na sua plantação? O blog foi descontinuado? Favor responder. Gostei muito do blog, quero plantar somente 5 hectares de terra, vc acha vantajoso? Obrigado.

  15. Olá, Leonardo.

    Estou numa correria danada e por isso não atualizei o Blog com novo conteúdo…

    Fizemos outro plantio de cedro australiano em dezembro/2012 inclusive e preciso postar aqui.

    Em breve irei atualizar com o novo artigo!

    5 hectares é uma boa área para plantio para corte a longo prazo, acho uma ótima ideia. A praga do Mogno Brasileiro vem forte nos plantios. Veja todas as formas de prevenir isso aqui no Blog. Sugiro que plante em consórcio com outras espécies (Cedro Australiano, Guanandi, por exemplo). Pense na possibilidade de fazer o plantio irrigado.

    Confira aí no blog. Tem várias dicas de experiências nossas e de outras pessoas.

    Abraço e sucesso no seu plantio!

  16. Olá pessoal!!
    Com relação ao registro da plantação, fui ao IEF aqui em Belo Horizonte e depois fui ao escritório regional do IEF em João Monlevade, que é responsável pela região onde fiz a plantação, e a informação foi a mesma:
    Elaborar um documento descriminando o máximo possível de sua plantação, informações tais como:
    – Nome da propriedade, localização, número do registro e matrícula do imóvel (cartório de registro de imóveis), NIRF, área cultivada, localização da área dentro da propriedade, se possível marcação das coordenadas com GPS tudo, mas tudo mesmo sobre a área cultivada.
    – Informações sobre as espécies (Todas), nome comercial, nome científico, quantidade plantada, época do plantio, empresa que comprou as mudas ou as sementes, tudo tudo, não despreze nenhuma informação, por mais simples que pareça ser.
    – Anexe uma cópia da nota fiscal de compra das sementes ou das mudas e protocole no IEF de sua região.
    Outra informação importante é que na época da colheita o IEF não poderá cobrar nada, MAS a propriedade deverá estar com toda documentação em dia e TODAS as exigências legais (reserva legal, área de preservação permanente etc). Por se tratar de um cultivo comercial, que é bem caracterizado pelo adensamento da plantação, manejo de cultivo etc, e ainda algumas espécies serem exóticas (cedro australiano, mogno africano etc) eles poderão barrar o corte caso não esteje tudo em ordem. Lembro que na época do corte iremos somente “informar” ao IEF que estamos explorando a área que plantamos, pois não é uma “autorização de exploração de floresta” tendo em vista que foram plantadas com a finalidade econômica, mas eles podem criar uma situação que, por não atender todas as exigências, principalmente as ambientais poderá ter dificuldade em comercializar o maciço, pois quem comprar seu produto irá exigir a legalidade da operação. Lembro que agora em abril começa a valer a lei que obriga o proprietário de terras fazer a averbação de sua reserva legal, e que as penalidades já estão previstas em lei (de 50 a 500 reais por hectare). Então pessoal tenham cuidado!!
    Após me informar de tudo isso, fiquei pensando em como arquivar um documento tão importante, pois a perda desse protocolo dificultaria todo procedimento de corte. Pensei logo no cartório de registro de imóveis, fui até lá e me informei que é possivel arquivar esse documento junto a matrícula do imóvel, e custa torno de R$ 6,00 por folha. Acho uma ótima idéia registrar esse protocolo, assim não se corre o risco de perda.
    Agora estou rezando pra chover, pois as mudas que plantei em novembro estão se desenvolvendo bem, mas a seca está começando a castigar as mudinhas, e tenho que fazer mais uma adubação.
    Quem tiver alguma dúvida ou souber de mais alguma informação meu e-mail é wander@verific.com.br
    Boa sorte a todos!!!

    Wander

  17. Pessoal,

    a Atlantica Agropecuaria (www.atlanticaagropecuaria.com.br) através da ABPMA ( Associação Brasileira de Produtores de Mogno Africano ) irá realizar em Pirapora-MG nos dias 30 e 31 de março o primeiro seminário brasileiro de mogno africano.
    Recebi o convite e as palestras são muito interessantes ( Cultivo, pragas, legalização do plantio, comercialização da madeira, créditos de carbono, mudas, etc ). Terá também uma visita a plantação de mogno da Fazenda atlântica agropecuária.
    Tenho o folder mais como não consigo anexar um arquivo não tenho como enviar mais deve ter no site do organizador do evento.

    Boa sorte a todos no plantio e cuidado com a broca pois pois ela ataca fortemente. Devorou minha plantação.

  18. Guilherme,

    Decidi plantar madeira de lei ha pouco tempo e estou na fase de estudo. Bom descobrir um lugar onde os pequenos produtores podem trocar experiências e se ajudarem. Parabéns pelas iniciativas. Primeiro por decidir investir em algo que faz bem não só ao investidor, financeiramente, como para o mundo todo, por se tratar de área verde. E segundo por criar esse espaço que faz muita falta aos pequenos produtores que carecem diretrizes e informações.

    Creio que a cada hectare de madeira plantado, deixamos de derrubar alguns outros de mata nativa. Portanto, plantêmos!

    Se der, poste mais informações de como andam suas plantações. Pelo que vi, vocês já tem quatro plantios, certo?

    Conicidência. Sou da computação e também moro em BH.

    Até mais.

  19. Amigo Wander, sou de JM e gostaria de conhecer sua plantacao para entender um pouco mais sobre o crescimento do Mogno (ivorense X senegalense)

    Att,
    Wellington

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